terça-feira, 13 de dezembro de 2011

um caso, por acaso ?

foi, foi por acaso.
ele tava de bobeira, eu também, a gente ficou, a gente fez o que tinha que fazer e agora era assim, toda vez que ia dormir da casa dela, ficava com ele, unimos o útil ao agradável.
claro que essa história de pente fixo, sem sentimentos não ia durar muito tempo, nem eu, nem ele, somos de ferro. a gente começou a se ver com mais frequência e ai queridos... o coração começa a palpitar.
mas o problema é, o meu está palpitando, e o dele ? será ?
eu nunca vou saber, mesmo que ele me diga, porque ele pode mentir. dessa forma, eu nunca vou saber como agir com seres humanos, mas a questão é confiar.
acontece que eu quero estar com ele, não quero casar, não quero ter filhos, nem sei se namorar eu quero. não quero aquela cobrança de relacionamento, mas eu quero algo mais sério. quero vê-lo mais vezes, quero sair mais vezes. não quero mais que seja só uma transa. mas também não quero ele aqui na minha casa direto, nos almoços de família, me ligando o dia todo, entende ?
eu gosto do jeito que está, mudando um pouquinho de nada...
incluindo umas idas ao cinema, ou um filme em casa, quem sabe comer alguma coisa, que pode ser até no mc donalds. mas fazer coisas diferentes.
é K.R., você tá bagunçando a minha cabeça e a minha vida...

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