quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

força.

quanto mais me esforço, mais penso nele. sem querer, fico olhando se ele está online no facebook, esperando uma palavra que nunca chegará. vejo suas fotos e como ele está feliz, principalmente com seus amigos e amigas. a sua felicidade me dói. como se não bastasse me matar com fotos e postagens e curtidas em postagens onde vejo que foram dedicadas diretamente a mim, ele hoje postou um segundo vídeo cantando. eu só me pergunto porque ele faz isso? ele sabe que tudo na minha vida se resume a sertanejo, que é óbvio que eu vou assistir e encharcar meu travesseiro de lagrimas. ele poderia gravar a porra dos beatles, ou sei lá que merda que fosse. eu me obrigo a assistir e chorar. chorar tanto que minha cabeça e pescoço latejam. chorar tanto, que chega a doer. chorar tanto que tudo o que eu queria era fechar os olhos e deixar de existir. por trás de cada sorriso que dou, choro e choro implorando pra isso ser só um pesadelo. eu não consegui. eu mandei uma mensagem pra ele dizendo que iria exclui-lo. chega. eu cansei disso. eu cansei de não querer ficar sozinha pra não chorar. eu cansei das primas dele falando o que me dizem. elas só estão piorando essa merda dentro de mim. a cada palavra eu me sinto um lixo, um nada. como eu pude acreditar num amor que durou tão pouco? porque eu não consigo odiá-lo assim como ele conseguiu? mesmo com todas as palavras horríveis ditas, e me sentir como eu me sinto, que é como se eu fosse menos do que a mosca que come o coco do cavalo do bandido do final do filme mexicano, e mesmo sabendo que nós não damos certo, que nós não combinamos e que nós fomos um erro, e mesmo estando convicta de que quando ele por os pés aqui no rio ele vai correndo pegar a L., eu ainda amo esse filha da puta. e eu amo de corpo e alma. eu amo da planta dos meus pés, até o meu ultimo fio de cabelo. eu o amo tanto, mais tanto, que eu só quero deixar ele em paz. queria poder ter coragem o suficiente para desaparecer pra sempre. mas existe aquele famoso medo do que vem depois da morte né? minha cabeça está explodindo e mal tenho força pra fechar as mãos, de tanta porrada que já dei na parede. eu preciso transferir esse emocional pro físico. tá, chega. já desabafei, já acalmei... estou indo fumar. (obs: se existe alguém que está lendo meu querido blog e pensando: nossa, que maluca, deveria se tratar, que bando de coisa idiota que ela está escrevendo, amor passa rapidinho... // é, eu concordo, sei de tudo isso. aliás é super fácil falar, difícil é esquecer né... se não está gostando do que lê, porque tá lendo até agora? mete o pé ;])

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

caos;

é assim que minha vida se encontra no momento e minha mente também. eu não sei o que ouvir, em quem acreditar, no que pensar, no que me concentrar. se antes estava uma merda, agora sentaram em cima na merda e rebolaram ainda. simplesmente está tudo dando errado ao meu redor e minha cabeça está a mil. inicialmente o meu problema era ele, e a unica solução plausível me parecia ser terminar tudo. depois de feito isso, vi que não era o que eu queria, então tentei concertar. tarde demais. ele não quis, me tirou todas as esperanças e me pisoteou. não sabia o que fazer, só queria esquecer o mais rápido possível. resolvi que iria conhecer e pegar todo mundo que passasse pela minha frente. deu mole, já era. rapidinho ele ia parar de ser o motivo das minhas lágrimas. mas mesmo não me querendo e dizendo que não fomos feitos um pro outro e que somos um erro, ficou puto. me xingou, me julgou, falou tudo o que quis. depois resolveu querer ser meu amigo. tentamos. não deu certo. sua querida amiga, a mesma do post anterior, fez o favor de foder de vez qualquer minima relação de contato que eu poderia ter com ele. de certa forma lhe agradeço, pois toda vez que conversava com ele, sentia meu coração queimar e as borboletas desgraçadas na porra do meu estomago, o que estava me fazendo um puta mal, pois sabia que ele não me queria. mas ao mesmo tempo, fiquei furiosa, acabada, porque um dia confiei nela, um dia disse que a amava e achei que era uma boa amiga, um dia senti pena por te-la julgado como fiz no post anterior. finalmente consegui ver, que ela realmente não merece nem olhar nos meus olhos, que por mais que nem todos acreditem, transborda sinceridade. sei que fui eu que cometi o "erro" (já que eu tenho minha consciência limpa de que não fiz nada de mais), porém não consigo ver onde a fofíssima tinha que se meter. ela disse que não poderia deixar ele sem saber, porque o estava enganando, só que cara, ele NÃO ME QUER, então que enganação foi ? só posso ver que ela simplesmente quis enfiar uma trolha no meu cu. sem mais. depois dela contar o que aconteceu pra ele, mesmo ela não sabendo do que aconteceu na verdade, ele veio falar comigo, me xingar, esculachar, diminuir, inferiorizar, magoar, e agora não só não quer falar comigo, como nem na minha cara quer olhar. que maravilha. a pessoa que eu acordo e durmo pensando, que eu lembro quando vejo sexo, barata, cama, física, escola, faculdade, farmácia, carro, a casa dele que é a mesma da minha melhor amiga, filmes, roupas, cheiros, historias, sertanejo, sua família, o facebook, o skype, o computador, cajati, copos, animais, tudo, totalmente tudo, apenas, não quer falar comigo. não quer me ver, não quer saber que eu existo. me odeia. a pessoa que um dia me chamou de vida, de amor, de amor da sua vida, de mulher da sua vida, de mozi, de tudo, hoje, não quer saber de mim. ela acabou com qualquer minuscula possibilidade que poderia, nem que fosse em um futuro muito muito distante, existir entre nós. como eu faço pra esquecer do dia pra noite? que parte da minha cabeça eu preciso bater na parede pra perder uma memoria tão fixa em mim? eu não sei o que fazer. pensar que nunca poderei olhar dentro dos olhos dele, me desespera totalmente. o amor perdeu todo o sentido. o amor acabou comigo. eu estou arrasada. eu estou acabada. por fora ainda consigo sorrir, mas por dentro, minha alma já apodreceu. o que eu posso fazer?

domingo, 16 de dezembro de 2012

reagindo / a pergunta

apesar da dor, dos arrependimentos, da magoa, e tudo mais, eu não só estou sobrevivendo, mas reagindo. nos primeiros dias foram difíceis, principalmente quando eu estava sozinha, claro. mas depois d tudo que foi dito, de todas as coisas que me disse para me diminuir, realmente eu parei pra pensar se era com esse tipo de pessoa que eu queria estar. o pior nem sempre é o término, são as atitudes que o outro toma, mostrando que todo aquele tempo em que ele estava com você, ele mal podia esperar pra tomar aquela atitude, mesmo sabendo que vai magoar demais o outro. é.. ele adicionou a ex... falou com ela no wa... voltou a falar com uma amiga dele que por mais que ela tenha começado a ser minha amiga, eu morria de ciumes porque eles não só já ficaram como tiveram sentimentos quase (ou totalmente) amorosos um pelo outro, e ainda por cima se falaram pela webcam... sinceramente... quando eu soube, eu fiquei totalmente sem chão. fiquei acabada por acreditar nas vezes em que ela me disse que não tinha nada a ver, que blablabla. e nas dele também. achei isso tão... intimo e falso por parte deles em relação a mim, porque não esperaram nem um dia pra fazer isso. mas enfim. essa foi a parte mais difícil. depois, o mar que estava agitadíssimo, se acalmou e eu fiquei bem. passou. só não pretendo continuar sendo "amiga" dela, porque sinceramente não sei que porra de amizade escrota é essa que ela tinha comigo. novidades: sai sexta, me diverti muito, apesar de não ter bebido. a muito, muito, muito tempo, não tinha uma noite tão divertida e animada. obrigada meninas, pelo auto astral. ___ a pergunta ontem (sábado) estava eu, mencari, duda, tamires e thay, com altos papos na casa da thay. conversamos pra caralho e por muito tempo. então resolvemos jogar o jogo da verdade. foi divertido, mas pra mim, a brincadeira acabou, quando alguém me perguntou: o que você faria, ou como ficaria, se quando o K. voltasse, ele ficasse com a L. ? só de imaginar esse acontecimento, aquele nó apertou a minha garganta. senti como se nada, nada, nada, fizesse mais sentido. tudo o que ele me disse enquanto estávamos juntos pareceu falso e senti nojo dele e dela na mesma hora. eu não queria participar disso. eles já se conheciam antes dele namorar comigo, então porque ele faria isso? porque não pegasse ela logo e me deixasse antes mesmo de começarmos algo? teria evitado toda essa dor. todo esse problema. fui dormir e precisei de uma ajuda extra pra conseguir e mesmo assim, acordei varias vezes durante a noite. fiquei imaginando um milhão de coisas inclusive a minha morte. (claro, porque pra mim funciona assim, dá uma merdinha e minha vida já não faz sentido mais) não só imaginei isso, mas como a forma com que eu morria, e pensei em casa palavra que eu escreveria na carta que eu deixasse para entenderem o que houve. até quando eu vou sentir esse repugno por eles e essa raiva no meu coração. porque esse sofrimento antecipado? porque isso não sai da minha cabeça? será que eles são capazes mesmo disso?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

finalmente o fim

eu não posso dizer que estou feliz, mas também que estou destruída. é claro que eu o amo, e que sinto demais a sua falta. esse nó na garganta sai e volta várias vezes e o sono não vem. eu não queria que acabasse assim. eu não queria ser assim. mas decididamente, essa foi a melhor coisa que poderíamos ter feito. eu não sei o que ele sentia, ou o que ele sente, ou sei lá. eu sei o que eu sentia. o que eu sinto. eu sinto que não tinha solução. essa equação enorme não tinha uma raiz real. eu me esforcei o quanto podia, mas minhas noções de amor, não são compatíveis as dele. eu quero flores, palavras, carinho, atenção, avisos, descrições. eu quero estar em primeiro lugar, mas eu não obrigo ninguém a fazer isso. eu quero ser ouvida, mas não obrigo ninguém a fazer isso. eu só queria que ele entendesse que eu queria respeito, queria que ele se importasse. que não fosse suficiente pra ele falar comigo por 30 minutos, ou me ver/ouvir chorar e não fazer nada, ou que ele pudesse apagar da minha memória erros bobos. rs. é, eu sou chata. muito chata. eu queria perdoar e confiar. eu queria acreditar nas mentiras bobas que ele me dizia. eu queria tantas coisas. eu queria que ele não se importasse que eu não gostasse de passar protetor, ou que eu resolvesse beber cerveja, ou que eu não pretendo ter o mesmo futuro que ele, ou que não sou tão chegada a família quanto ele. queria que ele respeitasse meus gostos, assim como respeitava os dele. queria que ele agisse como eu. é tão difícil mandar mensagens avisando o que tá fazendo? é por isso que eu fui chamada de insuportável? eu não queria um escravo. eu não queria mandar. eu só queria ser unica. eu queria que ele se importasse. era só isso. se importasse. mas porque não podia? porque atrapalhava tanto me mandar mensagem quando chegava ou saia de algum lugar se ele pedia isso pra mim? mas enfim, acabou. chega de esperar ligar, avisar, lembrar. chega de ignorar pessoas, de fingir que não gosto de umas, de odiar pessoas que nunca fizeram nada demais. chega. chega de chorar de noite sozinha imaginando que ele ia me ligar e pedir desculpa. chega de chorar. chega de sofrimento. chega de dor. tá na hora de erguer a cabeça e ser feliz de novo. de sorrir sem motivo. de desatar esse nó no meu peito. que essa dor passe com um piscar de olhos, e que a paz volte a minha vida. para que eu esqueça esse amor que me me fez tão mal. (também fez bem, ele era legal, ele se esforçava, mas vamos dizer a verdade né? eu nunca fiquei tão estressada na vida, como quando estive com ele.) tá. quanto mais eu penso, mais quero chorar. desculpa Klausinho, se você está lendo isso. você não foi tão ruim. você não é um merda igual você acha que eu acho. desculpa pelos meus sentimentos. assim como você me fez sofrer, eu sei que também te fiz mal. não era minha intenção. eu queria te fazer feliz, mas também queria ser. fazer o que se é impossível essa condição?

domingo, 9 de dezembro de 2012

eu queria

eu queria amar, sem ser julgada, eu queria ser a felicidade de alguém e que esse alguém também fosse a minha felicidade. eu queria poder respirar sentir toda essa magoa, esse gosto horrível de ódio. eu não quero mais esperar, eu não quero mais tentar. eu quero ser feliz, num estalar de dedos. eu quero ser livre. quero que essas lagrimas se sequem e que o riso volte. quero que o rancor vá embora junto com a dor. eu queria que ele me fizesse feliz. mas acho que isso é trabalho só pra mim, então foda-se ele. foda-se esse amor. que o meu amor por mim aumente, e que eu consiga fazer só as minhas vontades. eu queria mensagens, avisos, noticias, lembretes, só isso. porque era tão difícil ? também não sei. não entendo como não consegue avisar com quem está e onde está, então agora eu vou aprender a ser assim. a não avisar, a não contar e até a mentir. eu vou me forçar a ser o que ele é, eu vou me esforçar pra acabar com esse sentimento de uma vez, antes que ele acabe comigo.

de novo

as lagrimas vão me fazer dormir e a magoa se prender no meu coração. eu já perdi a conta, eu já perdi a vontade, eu já perdi. eu desisto. eu me rendo. eu não vou tentar de novo, eu não vou chorar de novo, eu não vou ser mais eu de novo. eu briguei, lutei, avisei. e não se resolveu. a gente quase terminou de novo essa semana e ele disse que ia resolver, que ia se esforçar e mudar... e fez isso, durante dois dias. eu não to mais chateada com ele, ou com as amiguinhas, ou com a enrolação, ou com a lerdeza... eu to desapontada comigo, porque eu ainda espero? porque eu consigo ser tão imbecil? graças a Deus acabou. eu simplesmente não ligo mais. eu não vou discutir mais. provavelmente se ele continua sempre fazendo as coisas dessa maneira, talvez eu que tenha que mudar. espero que ele seja mais feliz agora, ou pelo menos se divirta, enquanto eu choro. e eu não to nem ai se tem alguém ai querendo vir me dizer que eu sou dramática. é muito fácil exigir uma coisa e não fazer em troca. é muito fácil pensar em si mesmo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

papel de idiota

eu quero saber quem foi o filho da puta que decidiu dizer que a merda da esperança é a ultima que morre, porque essa desgraçada só me fode! eu to cansada, eu não quero mais lutar, só que dentro de mim, ainda tem aquele fiozinho de esperança de que tudo vai dar certo e vai fica maravilhoso e depois terão nuvens brancas e fofas ao nosso redor, com um arco-iris passando por cima e nós estaremos tocando as estrelas! ok, nem tanto. mas o fato é, PORQUE EU TENHO EXPECTATIVA? porque eu espero? porque eu sou tão babaca? eu sou tão idiota, mas tão idiota que eu devia viver pra sempre do jeito que eu estou vivendo agora, pra ver se eu aprendo que tomar no cu dói e paro com essa palhaçada! eu não quero esperar mais nada de ninguém. NINGUÉM. porque sempre, sempre, sempre, eu choro no final. sozinha. porque eu sou otária. eu queria poder me clonar e me namorar, assim quem sabe alguém iria corresponder as minhas expectativas. por mais idiotas que fossem. eu só queria amor. e eu to tão de saco cheio de não ter, que eu só consigo cobrar. mas agora eu to de saco cheio de cobrar. eu só quero que isso acabe. eu só quero esquecer.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

amor a meu modo.

a definição do amor vem sendo explicada por diversos poetas, cantores e caralhos, a vários e vários anos, mas a verdade é que cada um possui dentro de si a sua visão sobre o amor e seu modo de amar. apesar de ser difícil, devemos nos esforçar pra ver a maneira do outro, e respeitar. alguns são ciumentos, outros foda-se, uns românticos, os outros foda-se, uns carentes, os outros foda-se, só que mesmo se fodendo, não quer dizer que amam menos, sã apenas desligados. (uma explicação que eu mesma deveria ouvir) acima de tudo, antes de aceitarmos o amor do próximo, devemos olhar pro nosso jeito de amar e entender, para que os outros também o possam fazer. o meu modo de amar é assim: eu estou 24 horas pensando na pessoa, acordo e vou dormir com ela na cabeça e imaginando o que ela está fazendo naquele momento. fico louca pra ouvir sua voz, sentir sua pele, o seu cheiro. fico preocupada se estou enchendo o saco ou se estou cagando demais. tenho medo de magoar com tudo o que faço, portanto me nego a desligar o telefone primeiro, a não ser o primeiro a dar bom dia, a esquecer aniversários ou datas importantes, ou a deixar a pessoa carregar peso, ou levar a culpa, ou deixar ela chorar. enfim, me privo de tudo, justamente para evitar o pior. não ligo se a pessoa não liga, eu simplesmente não faço. mas o principal motivo para eu fazer isso é aquele famoso: não faça com os outros o que não quer que façam com você. além disso, eu digo palavras bonitas e procuro letras de musica que descrevam exatamente, nos mínimos detalhes, aquilo que eu sinto. quero encher a pessoa de presentes, carregar ela pra todos os lados, fazer surpresas agradáveis e fazer de tudo para vê-la sorrir. eu acredito que um relacionamento deve se basear no amor. o amor ao próximo. o amor que indica que você dá o máximo que você pode, pra fazer a pessoa feliz. no entanto, pra isso precisa-se de reciprocidade. uma coisa em troca da outra, para que não apenas um, mas que ambos possam sorrir, JUNTOS, pois de que vale um sorriso tirado de uma lágrima do outro? não entendo isso. a verdade é que eu me esforço, porém chega um momento, em que toda essa força de vontade, amor e garra, acabam. acabam porque você percebe que está esquecida. que a sua vontade é idiota, que seu sentimento é loucura ou que a sua forma de amar é esquisita. e ai, você começa a agir de forma tão egoísta quanto o outro. gentileza gera gentileza. mas quando ela deixa de retornar pra você, você desiste. afinal, todo mundo merece ser agradado, né? outro ponto importante pra mim, é a magoa. infelizmente, eu guardo. eu guardo. eu sei que isso não deveria acontecer mas eu faço contra a minha vontade. eu queria ligar o botão do foda-se só que é aquela velha historia do vidro quebrado. um pedido de desculpa não faz ele voltar ao normal... na verdade eu acho que ninguém consegue esquecer, ou apagar, a pessoa simplesmente supera, deixando que o outro cure as suas feridas, pois essa é a maior prova de confiança que pode existir. pedir ajuda, quando se está machucado. eu peço isso. eu só quero isso. eu quero esquecer, perdoar, nunca mais chorar por não entender as atitudes impensadas de um alguém. no entanto pra isso, eu preciso que esse alguém mostre que pode curar as minhas feridas. eu estou cansada demais dessa luta, pra continuar sozinha.